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Desempregado, fui morar na casa da sogra!
Tenho 25 anos e sou recém-casado. Fiquei desempregado e por isso, eu e minha mulher precisamos nos mudar pra morar com os pais dela. Minha esposa Luana saia de casa às sete da manhã e só voltava no começo da noite. Ao meio-dia, eu levava a minha cunhada de treze anos para a escola e na parte da tarde eu procurava emprego na internet. Mas estava muito difícil arrumar algum serviço que prestasse!
Pra piorar a situação, as coisas também não estavam muito boas financeiramente na residência de meus sogros! A máquina de lavar quebrou e ninguém tinha dinheiro para consertar! Então a minha sogra teve que lavar as roupas na mão e como eram muitas pessoas na casa, as peças se acumulavam! Preferencialmente as dela, que também estava desempregada e não precisava tanto assim de roupas em ordem. Com isso, ela passou a usar vestidos mais velhos e mais curtos, acredito que de uma época que era mais magra. Esses vestidos, às vezes, permitiam ver toda a extensão das suas pernas torneadas e brancas. Ela era uma coroa enxuta!
Em uma tarde, fui fumar um cigarrinho no quintal e lá estava minha sogra debruçada no tanque! Ela usava um vestidinho daqueles que falei e com uma boa parte da bunda de fora! Não me contive e elogiei o seu belo par de coxas. Ela me olhou com reprovação, mas sem me importar, eu disse que suas pernas dariam inveja a muita menina de vinte anos. Ela me olhou secamente e não disse nada. Percebi que não gostou de tudo que eu falei, sai de mansinho e fui buscar minha cunhadinha na escola.
No dia seguinte, ela colocou um vestido mais longo e a cara permanecia fechada pra mim, mas eu nem ligava, não queria a amizade dela, queria o seu corpo, então insisti mais uma vez: “A Luana disse que você tem as pernas bonitas porque foi dançarina!”. Isso quebrou o gelo e despertou o interesse da minha sogra. Ela soltou o que estava fazendo e retornou com um álbum, com fotos de um concurso que ganhara quando ainda era dançarina.
Claro que fiz questão de elogiar cada foto! E além de dançarina ela também foi modelo. Laura era mulher ainda jovem, quarenta e poucos anos, um pouco gordinha e bastante gostosa! Eu ficava muitas vezes excitado ao olhá-la de costas pra mim. Ela me confessou que quase nunca mostra aquelas fotos pra alguém. Prefere guardá-las para os mais chegados…
Disse que as pernas longas deram espaço a umas mais gordinhas e a pele macia às celulites. Insisti que ela não tinha celulites, ela então levantou a saia e me mostrou a parte de trás da sua perna onde realmente havia celulites, mas de modo apreciável. Então arremetei com os olhos fixos nas suas pernas: “Dizem que celulite é um modo de dizer gostosa em braile!”. Ela riu e eu também! O clima ficou bom, conversamos sobre outras coisas, tomamos um vinho e vimos televisão! Depois ela se retirou para seu quarto e não apareceu mais até as filhas voltarem…
Nossa vida continuou assim… Sempre que ela ia fazer alguma coisa, eu me disponibilizava para ajudá-la. Ficávamos à tarde conversando sobre algo interessante, a minha sogra tem um papo ótimo. Numa dessas conversas ela me perguntou francamente se eu já havia traído Luana, a sua filha.
“Jamais!”, respondi com veemência, “Nunca encontrei alguém que me atraísse a ponto de compensar a traição!”. Olhei dentro dos seus olhos e perguntei: “E você já traiu seu marido?”. “Não!”, ela me respondeu e completou: “Mas ele bem que merece!”.
Ricardo, meu sogro, é caminhoneiro e vive pelas estradas, fica meses fora de casa e às vezes alguns indícios de traição vêm à tona. Eu ri e a envolvi com o olhar, soltando uma frase. “Uma mulher como você não pode ser abandonada aqui nem por um dia, imagine semanas inteiras sem…”. Fiz um gesto vago e disse na sequência: “Muitos homens devem te desejar quando você sai pelas ruas!”. “Sei o que você quer dizer! Eu sei muito bem!”, ela me disse com voz grave. “Mas eu sou uma mulher respeitável e respeito meu marido e a minha família!”.
Então eu coloquei as mãos em sua cintura e falei: “Desculpe, mas esse desejo é mais forte do que eu…”. Fui descendo a mão por suas belas pernas e ela foi cedendo. Então a levei para o seu quarto, tirei seu vestido com facilidade, joguei para o lado e beijei aquela boca carente, suave e carnuda! Senti a sua língua na minha, depois mordi seu lábio, beijei de novo enquanto tirava seu sutiã, desci e beijei o seio esquerdo, que era farto, com mamilo grande e o bico rígido apontava pra frente. Desci as duas mãos pelas laterais do seu corpo sentindo se alargar nos quadris, toquei a calcinha e a retirei sem dificuldades! Nisso ela quis tampar a sua vagina, disse que não estava ajeitada, de fato não estava depilada, havia pelos já crescidos, mas eram raros e não davam o tom de uma vagina cabeluda…
Deitei-a virada pra mim e tentei deixá-la mais tranquila: “Não se preocupe com bobagens, hoje somos cúmplices!”. Ela concordou… Então eu caprichei no beijo! E como ela beijava bem… Era delicioso sentir a sua boca na minha. Lambi seus seios, barriga e desci mais um pouco! A xoxota dela fazia um monte logo abaixo do ventre. Acho que devido aos pelos, sua vagina tinha um cheiro gostoso de fêmea! Lambi os grandes lábios, beijei a buceta inteira daquela mulher, alucinadamente, lambi o clitóris e por fim enfiei a minha língua na racha dela.
Ela delirava, me agarrava contra si, sentindo um prazer insuperável! Depois ela me puxou para um beijo delicioso e aproveitei para encaixar meu pau em sua buceta. Penetrei com facilidade, pois estava muito lubrificada. Ela gemia e me puxava contra seu corpo, depois mandava ir mais fundo, o máximo que eu conseguisse e não me soltava um segundo. Atolei a pica nela lhe arrancando suspiros e gemidos profundos. Ela não demorou e gozou, me jogando de lado. Não entendi nada, ela se vestiu e saiu do quarto…
Fui até onde ela estava, apontei para o meu pau ainda ereto e perguntei se ela me deixaria daquele jeito. Ela pediu um tempo, comeu chocolate, bebeu água e só depois me chamou. Meu pau, claro, já estava inoperante, mas ela tratou de reanimá-lo, abocanhando meu cacete como se fosse uma banana que ela comeria inteira. Foi o melhor boquete da minha vida! Depois voltamos para o quarto, coloquei-a de quatro e notei que ela já estava se excitando de novo. Fiquei por trás dela sem penetrar e ela mesma tratou de pegar o meu pau e encaixar em seu bucetão!
Pedi pra fuder seu cuzinho. Ela disse que não, mas insisti dando dedilhadas em seu buraquinho. Ela estava tão excitada que consentiu! Comecei a colocar o meu pênis em seu buraquinho usando o seu suco vaginal como lubrificante. Ela protestou, disse para eu pegar um gel lubrificante, porque assim ela nunca havia feito. Mas não dei ouvidos tamanho era o meu tesão e penetrei como deu. Ela gritou, todavia empinou mais ainda o rabo pra mim! Continuei a enfiar até que meu cacete entrou todo! Ela rebolou aquela jamanta no meu pau como uma profissional, enquanto eu massageava seu clitóris por baixo.
Ela então anunciou que ia gozar e eu aproveitei pra gozar junto. Enchi seu cu de porra e terminamos os dois largados na cama! Fui tomar um banho e corri para buscar Luana, pois já estava bem atrasado! À noite me satisfiz mais ainda comendo a minha mulher e pensando na sua mãe. Que tesão de sogra!